Sexões a incluir:
A) Brisa da lembrança:
Quem fez?
Retalhes técnicos
Pormenores portentosos
Filantropia na dúvida:
B) Clínica: Opiniões para a máquina e o espírito:
- «Concelhos» do Dr. ause para maleitas corporais
- «Concelhos» do Dr. tremoço para achaques da alma
Seguidores
Mensagens
- fevereiro 2008 (4)
- março 2008 (19)
- abril 2008 (2)
- maio 2008 (5)
- junho 2008 (1)
- agosto 2008 (8)
- setembro 2008 (1)
- outubro 2008 (2)
- fevereiro 2009 (1)
- maio 2009 (1)
- junho 2009 (2)
- agosto 2009 (3)
- dezembro 2009 (1)
- outubro 2010 (2)
- novembro 2011 (1)
ESPAÇO SONDAGENS
Este é um espaço que se pretende reflicta a honestidade que caracteriza a Irmandade d'Aligadura...
Dá-nos a tua opinião desapaixonada!!!
Dá-nos a tua opinião desapaixonada!!!

9 comentários:
Olá Dr. Tremoço
Também me sinto Faneca.
No outro dia um amigo meu, o Dignidades, disse que o exercício físico era uma fonte de prazer. Acreditei, mas faço exercício e só tenho prazer quando ela entra. Nesse momento salto, faço círculos, cuspo, ajeito a sardinha, sacudo a barbatana, mas há um gajo a quem me apetece dar um balázio no bucho. E tenho razão. Sou honesto, mas ele é uma lombriga, um gajo que faz canalizações. Imagine que no outro colocou na pocilga (balneário para os gajos da liga) umas quadras. Fiquei doido.
A imagem é nítida, meu bom amigo
Pernas torpes, sujas, enegrecidas,
Queres, mas chutas com o umbigo
E mandas desmarcar as lombrigas
Penso rápido, ligadura, tudo pára.
Um golpe, a dor e ficas enrolado
Alguém grita: porra, foi falta!
Exclamas: pró caralho, estou aleijado!
Meu Dr., não consigo viver com isto, é a verdade! Ajude-me. Devo liquidar o animal?
Caro leitor,
o problema que coloca é deveras confrangedor! Mas aplicar as leis da caça a esta arte tão bela do futebol não será, porventura, aconselhável.
Não existem panaceias para este seu problema, mas porque não experimenta, por exemplo, sabotar o sistema de água quente - que falta alguma lhe faz - e assim pôr esses meninos com o bico mais pianinho? Em último desespero, procure quiçá, atingi-los no extremo de suas entranhas - ânus - com esse novo líquido de aquecimento muscular - ainda que contra indicado pelo nosso enfermeiro do desporto - álcool a 90º. É que para além de desinfectar impurezas a que o papel higiénico não põe cobro, falos-á correr um pouco mais no sintético.
Meu amigo, que tal experimentar um clister profundo. lá dentro
Amigos,
Permitam-me discordar das vossas sugestões que só iriam acirrar mais a fera!
Quais alcoól, quais clister!
Na minha modesta opinião a melhor estratégia passará por elogiar o bicho, tipo dizer-lhe que ele é o melhor do mundo e arredores, que faz uns passes espectaculares e que ninguém compreende, que quando entrega o correio por mão é porque deve ser mesmo preciso, que quando a bola lhe bate no pés e salta e porque deve estar muito cheia, que quando chuta com o pé que tem mais à mão e a bola sai disparada para o lago ou para cima dos cedros, compreendemos que é de propósito para o tal amigo poder mostrar os seus dotes de trepador e de nadador já que de bola é fraquito e por aí fora...
Verão que assim as melhoras do animal serão visíveis a olho nú...
Para quem perceba um pouco de psiquiatria... humm... psicologia, melhor dizendo... ou não trabalhe eu com "eles" há cerca de 20 anos...
Levem-no é até às Alhadas!
Meus amigos, este caso acima transcrito é muito complicado pois trabalhando alguns de nós num hospital sabemos que existem pelo menos 3 tipos de casos clínicos: os de facil recuperação, os mais dificeis, e os impossiveis.....Acontece que este não é nenhum deles porque não é "doença" mas sim (de)feitio, por isso a minha opinião é um pouco parecida com a nosso compatriota Carlos, isto é, para o ajudar devemos dizer/fazer aquilo que ele gosta....(como as crianças....não contrariar)
Falando de animais, até aos menos inteligente é possível ensinar alguns truques, rebolar, sentar, falar, fazer as necessidades na rua e mesmo as galinhas correm com as asas fechadas. Domesticar animais é um processo complexo, mas veja-se o exemplo do papa taças (poucas) e do nosso dietista, que após várias tentativas com base nas experiências de pavlov compreenderam a mensagem subtil tantas vezes repetida pelo nosso Onofre e fiéis assistentes. Podemos concluir que matar o animal não é a solução, temos de confiar na ciência e competência dos nossos investigadores.
TRAGÉDIA INUSITADA NA VIDA DE UM MACHO
(poema gaúcho dedicado aos velhadas da IRMANDADE!!)
Andava mijando errado
Com as urina em atraso
Era uma gota no vaso
Três ou quatro na lajota
Quando não era nas bota
Na bombacha ou nos carpim
Eu mesmo, mijando em mim
Que tamanha porcaria
E o meu tico parecia
Uma mangueira de jardim
O pensamento mandava
O pau não obedecia
Quando a bexiga se enchia
Eu mijava à prestação
Pro banheiro, em procissão
Uma ida atrás da ôtra
Numa mijada marota
Contrastando com meu zelo
Pra beber, era um camelo
E pra mijar, um conta-gota
Depois de passar um bom tempo
Convivendo com esse horror
Me fui atrás de um doutor
Que atendesse meu pedido
Me desse algum comprimido
Pra mim empurrar goela abaixo
Tenho certeza, não acho
Que bem antes que eu prossiga
É importante que eu diga
Que não deixei de ser macho
Mas buenas, voltando ao causo
Que é natural que eu reclame
Depois de um monte de exame
De urina e ecografia
E até fotografia
Da minha arma de trepá
Me obrigaro desaguá
Ajoelhado num pinico
E me enfiaro um troço no tico
Que me dói só de lembrá
Ainda dei o meu sangue
Pros vampiro diplomado
Pensei que tinha acabado
Só me faltava a receita
Já tinha uma idéia feita
Me trato e adeus, doutor
Recupero o mijador
Nem sonhava em concluir
Que alguém iria invadir
Meu buraco cagador
Fiquei bem contrariado
Tomei um baita dum choque
Quando me falaram em toque
Achei bem desagradável
Pra um macho é coisa impensável
Um dedão campeando vaga
No lugar que a gente caga
Vejam só o meu dilema
O pau é que dá problema
E o meu cú é que paga
Tentei todos argumentos
Me esquivei o quanto pude
Mas se é pra o bem da saúde
Não deve me fazer mal
Expor assim meu anal
Fazer papel de mulher
Nem tudo que a gente quer
Tá de acordo com os planos
Fui derrubando meus panos
E se salve quem puder
De cotovelo na mesa
A bunda véia empinada
No cú não passava nada
Nem piscava de apertado
Mas era um dedo treinado
Acostumado na bosta
E eu, que nunca dei as costa
Pra desaforo de macho
Pensava, de pinto baixo
O pior é se a gente gosta
Pra mim foi mais que um estupro
Aquilo me entrou ardendo
E então eu fiquei sabendo
Como se caga pra dentro
Aquele dedo nojento
Me atolando sem piedade
Me judiou barbaridade
Que alívio quando saiu
Garanto pra quem não viu
Que não vou sentir saudade
Enfiei a roupa ligeiro
Com vergonha e desconfiado
Vai que o doutor abusado
Sem pena das minhas prega
Chamasse um outro colega
Pra uma segunda opinião
Apertei o cinturão
Fiz uma cara de brabo
Dois mexendo no meu rabo
Aí seria diversão
Depois daquela tragédia
Que pior pra mim não tem
Não comentei com ninguém
Pra evitar o falatório
Se alguém fala em consultório
Me bate um pouco de medo
Não faço nenhum segredo
Dessa macheza que eu trago
Mas cada vez que eu cago
Me lembro daquele dedo
MACHO QUE É MACHO FAZ O EXAME DA PRÓSTATA E FICA VIVO
Já agora, peço desculpa que me esqueci de assinar: oferta do poema com os cumprimentos do irmão AVIADOR
Enviar um comentário