SPORT LISBOA E BENFICA


O Símbolo...



A descrença...

FUTEBOL NO FEMININO (é o tal prometido Espaço Gajas)

Rapaziada,
O Irmão Fastio tanto falou no assunto que resultou...
Aqui está o tão esperado tópico onde os especialistas poderão falar sobre aquilo que de melhor percebem...


Terá começado assim o interesse feminino pelas bolas?


À Chuva...


Para aqueles que as preferem secas...


Cá vai outra colecção, desta vez com vista para as traseiras...


A equipa ideal?


Dominando com o peito...


Dominando com o traseiro...


Saboreando a vitória...

Como apareceu o Logotipo para a Irmandade


1ª proposta de Logo, by Lusiaves


2ª proposta de Logo, by Lusiaves


Proposta de Logo, by Fastio & Noddy


3ª proposta de logo, by Lusiaves

A IRMANDADE JÁ TEM LOGOTIPO!!!
Parabéns ao Irmão Lusiaves pela eleição de uma das suas propostas...
e pela isenção de 3 meses de pagamento de contribuições...

Retomando a discussão iniciada numa espécie de balneário, by Pardal

Era mais um dia de futebol de primeira... estava a Irmandade a equipar-se e a preparar-se para mais um duelo no relvado, quando se percebe no ar um "aroma" que parecia saído do um qualquer laboratório de bioquímica.
Adivinhem o que seria; pois... é isso mesmo: eram as tripas do Pardal às voltas, resultado de um almoço à base de soupa de couves e feijão frade ensalsado, regado com vinho sabe-se lá de onde.
Bem... o "pivete" era de tal forma acutilante que não se fizeram esperar os comentários, uns mais comedidos, outros mais acutilantes, tal como o dito odor.
E foi de entre esses "simpáticos" comentários que alguém conseguiu disparar uma frase que viria a desencadear discussão e polémica tais que ninguém mais deu importância ao aroma que ainda pairava na atmosfera. (Deixem-me acrescentar entre parêntises a minha firme convicção de que as entradas do Alhadas e da Ursa Teresa no espaço balneário contribuiram igualmente para atenuar esse aroma).
Bem mas vamos à frase da polémica: "Tragam o gadanho!"
Aqui o nosso Faneca, interropendo o seu sempre demorado e complicado ritual de se equipar, e fazendo uso da sua imensa cultura geral (resultante das horas que passa a bombar na mulher em frente ao pequeno ecrán) não deixou em branco a suposta agressão à língua de Camões e apressadamente corrigiu: "Não é gadanho, é gadanha!"
Como devem imaginar, o esgrimir de argumentos que se seguiu foi muito instrutivo e esclarecedor, de tal forma que ainda hoje acho que ninguém tem a certeza de nada.
Ainda estou igualmente para saber qual a verdadeira intenção do autor da frase.
Foi por este motivo que decidi, a pedido do nosso Pedradas, tentar esclarecer de vez o(s) significado(s) da(s) palavra(s) em discussão.
Assim, sentei-me em frente ao computador, abri a página do google e escrevi "gadanha", tendo obtido como primeiro resultado de pesquisa o que abaixo transcrevo:

Gadanha

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Uma gadanha moderna

A gadanha, gadanho ou alfange é uma ferramenta utilizada na agricultura para ceifar cereais ou para o corte de erva. Consiste de uma lâmina na extremidade de um cabo de madeira ou metálico de aproximadamente 170 cm, com uma pega perpendicular no extremo oposto e outra pega no meio para fornecer controle sobre a posição da lâmina. A lâmina tem aproximadamente 70 cm, com formato curvilíneo e fica perpendicular ao cabo principal, no outro extremo deste. O manuseio da gadanha consiste de segurar os dois cabos menores de forma a deixar a lâmina paralela ao chão. Assim, o agricultor desloca-se oscilando a gadanha de um lado para o outro, ceifando cereais ou erva com facilidade. Entretanto, a gadanha requer muita experiência e cuidado para ser manuseada.

A gadanha surgiu na Europa entre os séculos XII e XIII, sendo utilizada inicialmente para o corte de erva.

Nos tempos atuais, foi substituída pelas ceifadoras mecânicas, mas ainda é indispensável em alguns países subdesenvolvidos ou em terrenos montanhosos.


De seguida, fiz o mesmo com a palavra "gadanho". A famosa Wikipédia não devolveu resultados, parecendo assim desconhecer o significado da palavra.
Não deixa de ser curioso observar que relativamente à gadanha, a Wikipédia "ensionou" que também podia ser gadanho ou alfange.
Já quanto ao gadanho, pelos vistos não se sabe o que é.
Para os menos atentos, a Wikipédia é também o resultado de contribuições de cada um de nós, ou seja do saber popular, embora tenha como é óbvio uma espécie de controle de qualidade por uma equipa especialmente preparada para o efeito.

Foi preciso abrir uma página da Workpédia para encontrar algo relacionado com a palavra gadanho, que passo também a transcrever de seguida:

Gadanho
Definição, Significado, O que é Gadanho - Dicionário Online Workpédia










s.m. Garra das aves de rapina. / Pop. Mão, unha. / Espécie de ancinho, com grandes dentes de ferro, de vários usos na agricultura; alfanje.


Acrescente-se também que a WorkPédia também devolveu resultados para a palavra gadanha , que como se pode ver a seguir, confirma a informação da Wikipédia:

Gadanha
Definição, Significado, O que é Gadanha - Dicionário Online Workpédia


s.f. Espécie de foice de cabo comprido para ceifar. / Concha de tirar sopa.

Em jeito de resumo e para melhor ilustrar este instrutivo tópico, cá vão as imagens que o "google imagens" devolveu de cada um dos termos. Para complicar mais um pouco, ainda fui pesquisar o "ancinho".


GADANHA

GADANHO DE CAVAR

GADANHO PARA ESTRUME (acho que era este)


ANCINHO


Depois disto, alguém arrisca mais comentários?

Danados dias …. Confissão de Coisa breve


Meus dEUS,
Confesso que amaldiçoei o retorno do Dignidades, mas sabeis que mais parecia uma galinha no choco, daquelas que abrem as asas, não como o pardal que lhas lixei, mas como quem se mexe para espantar a «pata pesada» do Pedro Sousa, ou então da vizinha que come choco arroxeado, enregelado e misturado com os «calamares» estirados no cabaz do Faneca


Confesso:
Por falar em comer, esconjurei os ditos gay’s do Calhoada, ou Pedradas, nome que não retira a afeição, mas um dia destes mando-lhe um balázio na fuça. Ainda que ele tenha abandonado as calças de feitio para mulher que surripiou no céu aberto do Norton de Matos, sem papelões, complicações, calções, ou o raio que o parta. vendilhão!


Senhor:
Ele dizia: - homem à esquerda, «homem com a direita». - Todos sabemos que uma punha custa 1euro. Trocados, diria o padroeiro da geriatria (Onofre), a quem também me encostei! (Ele caiu como o outro, dia de intempérie). Dei-lhe a mão, e ele alegrou-se.


Senhor:
O pardal é fixe! Mas aquelas bicadas no calor do banho… Eu sei que ele não fuma, mas fumega durante a pelada. Dai o ditado «pardal escaldado, com água morna é queimado».


Senhor: sexta vou tratar do sarampo (Saramago), varicela (seja quem for) e da gonorreia do Xelim! Ainda que saiba que o Dignidades resolve.

Laços de família...

E jogaram em equipas diferentes! Realce para a prestação daUrsa Teresa, com 3 golos para a conta pessoal...

O regresso do Dignidades

Caro irmão Dignidades, os festejos fazem-se no final...

Só podiam ser capa de revista!

Carta ao Noddy e à Mancha



Prelúdio:
Caros Confrades, vou tentar aclarar delicadamente alguns comportamentos vexatórios ou vocábulos impróprios, ocorridos e ditas durante o último derby, que na realidade representam chacinas, ou melhor uma via-sacra no campo e na sua extensão.
Será tudo uma questão de perspectiva considerar apenas campo de batalha a exígua área de um rectângulo, vestido de uma tenra tonalidade verde, tão sumida quanto consumida? Então e o lodo lamacento do lago? O aprume dos cedros, equimose outonal, que nos dias mais ventosos se inclinam como o de qualquer um depois de cumprir a função? E o alarido barrento das expressões: - «etar, etar, … mais uma para a etar.»? Na verdade tudo aquilo existe, tudo é triste, tudo está estragado. Poderão alguns recorrer no Erro do Outro, quando afirmou: «penso e não jogo, mas se jogo não penso também».
Meus caros confrades, irmandade, afeiçoados pela tempestuosa contracção, julgados pela justeza do amigo Faneca, o «passar» do pardal, as investidas do Dignidades, a clareza do Onofre, ou mesmo a letargia do Noddy.
Vou tentar recorrer ao género novela para que entendam o que vos conto. Era Quinta-feira, um desses dias que o chamariz do sol lembra primavera mas a rameira da tempestade tende a arremessar para a invernia. Juntaram-se onze (11) exemplares, divididos «equitativamente», uma equipa ficou com cinco (5) e outra com seis (6). Ainda assim, devo salientar que a equipa à qual pertenci ganhou das quatro vezes que se iniciou o jogo do «0-0».
Era Quinta-feira, a última em que nos encontramos no coliseu dos HUC, a fazer lembrar a tragédia dos jogos romanos. Eu também reapareci ali, pois quando deixo o campo não deixo de aparecer. Fui escolhido por uma equipa, não uma escolha qualquer, ou qualquer escolha, mas na verdade a partir das estatísticas rigorosas e credíveis que todos conhecem, e que respeitam ao meu desempenho futebolístico, isto é, à clareza distinta de uma quadratura ajustada: a minha equipa; as regras e normas de conduta; o adversário; a bola.
Todos sabem que morteiro ou passe saído dos meus pés segue:
a) 40% das vezes é um passe bem fabricado;
b) 35% das vezes acerta no pardal, quer seja no bico ou então na asita;
c) 10% das vezes entra na baliza
d) 10% das vezes (pode ser) é mal medido ou mal entendido
e) 2.5% das vezes o esférico vai espraiar no lodo do lago
f) 2.5% das vezes encaminha-se para a etar.
Tudo segue o seu rumo, como aliás explica a lei dos grandes números. Da última vez, apenas cinco (2+3) seguiram rumo incerto. Mas eis que surge um pequeno «prurido».
Era quinta-feira e de facto nesse dia a expressão «abram alas para o Noddy» aplica-se na íntegra. Cada vez que o rapaz açoitava a bala, chispado na fileira, excluía o esférico do jogo. Só para o lago foram umas seis (6).
Ainda assim esquece-se com regularidade que a geometria do seu futebol mete fastio, melhor, mete o casco ou chispe do fastio. E era ver o rapaz a deambular, esquerda ou direita…, destilado como escuteiro na procura de traçar o azimute com bisturi. Não me esquece os tempos em que o rapaz foi meu discente, geração que não abatia o lente na sua lição, pelo sacar temporário de uma sucata de 2.ª ou 3.º geração… Aquele «miúda», que na plena expressão da retina dá para ver que pesa mais que duas botijas de gás, deveria vir jogar com a malta para saber da natureza dos «maus-tratos».
Mas o aviltamento total, foi o momento da natureza naturante do Faneca, já depois do jogo. A malta fazia dolorosamente o caminho do calvário, desculpem, a caminho do balneário, e eis que urge do nada a expressão que reduz a nada o que era já peva ou patavina. - Funcionários públicos??? …. Hoje nem trabalham de tarde – exclamou exaltado o Faneca, mesmo depois de ter ganho.
O Onofre, com a quietude e bonança que se lhe reconhece, tirando o caso de incursão no campo para abonar o juiz da partida com um balázio de ultrajes no bucho, e que pode fazer porque alem de sócio, é da ligadura e aquilo também não é propriedade privada, tentou acalmar o ânimo dizendo ao Faneca, ainda mais exaltado: - Olha lá, tu trabalhas à segunda?
O Faneca esgrimiu um argumento e declamou: - Hoje queria pagar não sei o quê às finanças e cheguei lá e «tava» fechado!
Toda esta frase do nosso Amigo Faneca foi em tom atribulado como quem distribui ou espalha uma iguaria, uma nata para nove (9) amigos. Também eu, Úrsula Maior, no suor da roupa e no calor da cavaqueira, lhe questionei:
- Como podes falar dos funcionários públicos e das finanças? Quantas facturas passadas o ano passado? A dona Ermelinda que não faz «escrita», pediu-te algum recibo dos quilos de chicharro de guelra azulada e com fedor a esquife que lhe vendestes?
Perante o facto, o dito, o Faneca enterneceu-nos uma vez mais, expressando uma constatação tão íntima quanto os quilos de chaputa, goraz, palmeta, lulas, alienados no seu propago de venda: - O peixe de rabo na boca é o peixe mais porco que existe!
É verdade, O AMIGO FANECA está no seu melhor! Viva a ASAE.


Aconteceu I ..... Fanecazzzzzz

Confrades:
Por motivos indizíveis, não me tem sido de todo possível recriar temas novos para o nosso blog, daí a irregularidade participativa. Não é que tenha estado ausente, isso seria apelar desde logo para as alterações dos estados e conteúdos da consciência. Nego-me a qualquer explicação que envolva a Psicopatologia já que ela não está vocacionada para a história que vou contar.
Corre uma semana sobre o sucedido e envolve-me a mim, que alguns confrades, por problemas ocorridos na fase oral e anal, resolveram designar de Ursa Teresa. A minha leitura é clara, esse gosto ou degustação pela Ursa é uma clara projecção, um apelo para uma «boa teta», na Expressão de M. Klein, de qualquer modo o teto é para a humanidade.
O outro confrade da cena é o pisxiculus refugus justus, vulgar Faneca.
Encontrando-me constrangido no decorrer da pelada e sentindo um ligeiro aperto na bexiga, resolvi esvaziar a ampola, mudar a água às azeitonas, esfumar a caçoada no fundo do estádio junto à rede. Levantei ligeiramente a perna e ouço com estrondo do meio do relvado o Faneca: - Isso, com jeitinho, levanta a patita e respeito!
Claro, a minha expressão foi de contentamento. Contemplei o Faneca. Ele ajeitava com ligeireza vulva do calçãozito azul e fazia a esfregação da coleira de pelos sobre as ventas, pressionando levemente a narina.
Por espírito de equipa abanei duas vezes o ente, deixei breves salpicaduras pela parede incendiada de uma água turva e recolhi ao derby.
Passados 10 minutos alguém chuta ou melhor, puxa do gatilho ou tijolo e manda a bola para a bancada junto ao restaurante. Quem corre para ir buscar a pelota? O Faneca, com toda a sua delicadeza, justeza, leveza, só que escolhe para penetrar na zona das bancadas a zona de piscicultura, e que sem peixe, tinha mijo suficiente para deixar sobreviver dois robalos e sete carapaus.
Alguém sobe a rede e por momentos o Faneca inclina-se e infiltra-se, deslizando com aprumo sobre o repelente e viscoso salitre da urina sadia ainda mais fresca com o degelo do dia.
Como o Faneca é transeunte e por isso mesmo, com regularidade é perseguido pela ASAE, sentiu um breve calafrio entrincheirar-lhe a roupa, suspeitando da sua sombra enquanto exclama: parei um segundo e já sinto o corpo frio!
Alguém grita: - Olha lá, o mijo tem pH neutro?
O faneca, na levedura da sua fronte amistosa, esboça um breve sorriso e exclama extenuado, depois de secar novamente a superfície enrugada e envolvente do campo: - esse gajo é um porco.
Moral da história? Não tenhas medo de dar um grande salto quando aconselhável. ...
Abraço da Teta da ursa & Disponivel...

TAINADA AO AR ALIVRE


Isto faz-vos lembrar algo?

Banda desenhada?











Este excerto de banda desenhada foi gentilmente enviado à Administração do Blog da Irmandade d'Aligadura por um Irmão colaborador que achou muita piada à troca de ideias entre o famoso Noddy e a não menos famosa Ursa Teresa.
Devemos acrescentar que, por acaso, também lhe achamos alguma piada.
No entanto não foi por isso que a Administração tomou a liberdade de o publicar neste espaço mas sim para receber opiniões que possam contribuir para um melhor esclarecimentos sobre o conteúdo da conversa...

Carecas Power Team


Da esq pra dta: Prof. Pardal, Onofre, Putan e Bombardeiro; ainda vinha o Pézinhos de Lã a caminho (o único a destoar em termos capilares!).
Vitória por 9-4 (indiscutível!) contra a equipa de uma Parideira que passou todo o jogo em trabalho de parto, conseguindo enervar todos os seus restantes companheiros de equipa (Noddy, Pedradas, Faneca e Devesa - tb temos de pensar na alcunha deste!).

A este não escapa uma!

Pedradas, o Zelador de toda a roupa, chaves, sabonetes e champôs, portas e janelas! Se um irmão se esquecer da T-shirt, Pedradas guarda!

O orgulho de ser Lusiaves!!

Caro irmão Lusiaves, muito nos honraria que esse belo nome fosse do seu agrado. Talvez não tenha ainda reflectido muito bem ou não tenha todos os elementos ao seu dispor - nomeadamente como grande sportinguista que é - para que envergue com orgulho esse fabuloso epíteto.
Um presentinho da irmandade com uma dedicatória especial, não só para o visado como também para os que como ele apreciam a mesma cor clubística.
O irmão Noddy

« - Rúben, o Ricardo vem hoje?» - pergunta o Vitinho




«- Ó pá, qd saí de casa ele tava arroxado no sofá..»

E estes, hein?

Da esquerda para a direita:

Arrumadinho, Desculpa Desculpa e Lusiaves, enfim, o Trio Maravilha!

Só lhes falta a Taça da Liga dos Campeões do Recreio!

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